domingo, 2 de novembro de 2008

- Fotos de antigas para lembrar nossa história.









Turma da 1ª Eucaristia – Catequista Maroquinha Pinheiro e Pe. Raimundo Osvaldo.


Como no tempo de minha mãe... Sempre tem o inimigo querendo dividir. Pois “toda ação ou intenção de dividir parte do maligno”. "O Amor de Deus é tudo que une...” Cada palavra que leva a julgar e dividir os relacionamentos pessoais lança - se a si mesmo e leva a solidão, separação, isolamento. Tudo que ergue e dignifica o outro constrói e eleva... Se unido formando comunidade. Ali mora Deus por excelência.










A festa da vida.

Hoje dia de “finados” como se costuma dizer.
Na liturgia diária da igreja, cada dia é relembrado um santo (a).
Como são milhões de santos anônimos e um ano é pouco para se comemorar. Foi escolhido este dia que se celebra “todos os santos”.
Hoje não é um dia de tristeza, mas de alegria de pensar que tantos dos nossos já se encontram na “igreja triunfante”.
Quantas pessoas santas?
Não só da nossa igreja, pois tantos vivem a plenitude do amor... Já aqui na terra e isso é a verdadeira santidade.
Santo é aquele que vive para o outro.
Hoje o evangelho de Lucas entre outras coisas dizia:
“Sede como homens que estão esperando o seu senhor voltar de uma festa de casamento, para lhe abrirem imediatamente a porta”. Logo que ele chegar e bater.
Felizes os empregados que o senhor encontrar acordados quando ele chegar. “Em verdade eu vos digo: Ele mesmo vai cingir-se, faze-los sentar à mesa e, passando, os servirá.”
Entendi que se estivermos sempre no amor escutaremos “o bater da porta”. E o próprio Deus nos conduzirá a mesa e nos servirá.
O Padre hoje fazia uma pergunta:
Se você soubesse que iria morrer hoje o que faria? Uns diriam que iria pedir desculpas a tantos... Outros que iriam rezar mais. Outros abraçar os seus. São Luis que morreu jovem respondendo a esta pergunta, disse:
“Eu continuaria a fazer o que estou fazendo”.
E o evangelho terminava assim:
“Vós também, ficais preparados porque o Filho do Homem vai chegar na hora em que menos o esperardes.”
Hoje me lembrei de tantos que já se foram da cidade de Paraná:
Meu pai: Sátiro Francisco. Minha mãe: Maroquinha Pinheiro. Maria de Lourdes e Maria do Socorro minhas irmãs.
Meus avós paternos e maternos. Mãe Tonha e pai Francisco que foram dos primeiros habitantes de Paraná.
Zé Teodoro, Chiquinha, Maria Rita. Os Joãos Teodoros... Jorge. Era bonito chegar à casa de Maria Raimunda e olhar João com o ouvido colado no rádio escutando a hora do Brasil. E Jorge chegar suado do açude de seu pai que cuidava sempre. Porém o açude sempre foi de todos...
Dosanjos e esposa. Zé Caracol e esposa. Dos seus bolos famosos nas noites de São João! Ana, sua filha e minha amiga e Pedro.
Tio Zezé que apelidava todo mundo, menos eu... Nunca soube. Ele me queria bem.
Dorinho, um dos primeiros vereadores da cidade.
Tia Júlia e Tio Zé Antonio com a casa de portas abertas para todos. Não tinha nada, porém o coração grande que acolhiam todos, ali por trás da Igreja.
Tio Quinco e Anézia com a casa aberta para todos da família e um prato a mais sempre era colocado para quem chegava. E como gostava de ir lá. Justamente nesta hora.
Guido que acudia todos como dentista de dia ou de noite. Político animado.
Sinhá, com as suas rezas contra quebrantes e mal olhados. As mães sempre levavam os bebês para ela rezar.
Serafim e Dedê com a sua arte de fazer panelas de barro. Como gostava de apreciar o trabalho deles.
Azarias que vivia sempre para sua esposa ali pertinho de Nonato e Chiquinha, compadre e comadre de minha mãe.
Chiquinha primo e seu esposo que me acolhia com alegria e sempre ia a sua casa na minha infância.
Todo aquele pessoal do “Paraná de cima”, com chamávamos: Nestor, Chico Pamplona e Maria (Não se escreve assim). Ana sua filha que tanto trabalhou pela igreja. (Esposa de Ivanildo). Ramalho Grande que se vestia todo de caboclo na semana santa e com sua voz de caboclo chagava com seu imenso grupo indo de casa em casa... Culminando com a morte de Judas...
Seu Doutor e Chiquinha. Sua alegria quando dizíamos ao encontrá-lo: Passou Doutor? E ele com um imenso sorriso respondiam: “Bem obrigado”.
Corina e Zé Belo.
Sempre que olhava aquela serra quando era pequena ficava admirada como Zé Belo era corajoso fazer uma roça em cima de uma serra. Todos mostravam de longe onde ficava a roça de Zé Belo.
Chico Caboclo e Dedê que indo trabalhar na bodega de meu pai foram sempre incomodados por mim pedindo balinha e bolacha sempre...
Chico de Bia que temíamos e não fazíamos barulho na frente de sua casa. Achava lindo aquele pé de “Flamboãm” colorido do seu quintal que não tinha coragem de entrar.
Chico “bebe água”, seu apelido. Um dia estava na casa de Zé Teodoro. No alto do batente da cozinha e fui perguntar se ele tinha ovos para vender. Eu era pequenina. E falei na frente de todos que estavam ao seu lado:
Seu João bebe água o Senhor trouxe ovos hoje para vender? Ele imediatamente arrastou da bainha que estava debaixo da camisa uma enorme faca. E se dirigiu para mim. Saí correndo até na minha casa e não tinha nem coragem de olhar para trás, Tamanho era o medo... A partir daquele dia ele era o meu terror. Quando via que ele chegava à cidade. Escondia – me e não tinha mais paz naquele dia... ( Foto de uma criança de Paraná que tirei numas férias. Não guardei o seu nome).( Este episódio mostra o quanto devemos ter cuidado na brincadeira com criança. Para a criança tudo é real e verdadeiro.)
Tio veio! Como era bom na época do milho verde. Todos usavam o seu moinho para moer o milho...
Ocino.
Uma noite de São João estava passeando com uma de minhas amigas em volta do barracão. Que tinha sempre música seja sanfona ou difusora quando avistamos Doninha gritando com sua filhinha que tinha se queimado. Ocino chegou e nunca se ouviu escutar uma reclamação ou acusação. E Deus como providência lhe deu a grande alegria logo no outro ano de uma linda criança... Isto é santidade escondida... Que não se publica!
Seu Romualdo e Dona Maria grande trabalhador.
Depois Onório meu afilhado que partiu daquela forma. Por isso Doninha deve ser amada duplamente, pois a sua doença hoje é a impotência diante do sofrimento. E é justamente este que Jesus dirá: “vinde àqueles que são aflitos... Pois deles é o reino dos céus”.
O pai de João Broco. Seu Chico que passou por tanto sofrimento, mas tinha sempre o sorriso no rosto e uma prosa para todos.
Seu Romualdo e Dona Maria grande trabalhador.

Painha era a animação de criançada imitando a corrida dos cavalos, no casamento de tia Maria. Batendo forte no peito o som da cavalgada.
João Pinheiro que com simplicidade teve a coragem que meu pai não teve (o povo queria) de se tornar prefeito.
Raimundo Inocêncio exemplo de amor pela sua esposa e filhos.
Chico André com aquela forma engraçada de contar as histórias.
Seu Zé Miguel e Dona Tonheira animação do centro da cidade e mansidão no seu trabalho de comerciante.
Nego Velho e Raimunda sempre voltados para seus filhos que tanto amavam.
Seu Antonio Caracol, Dona Ciça, Chiquinha, Manuel. Quanto amor eles nos recebiam. O canto encantado das pinhas! Quantos outros que não citei, mas são vivos sempre... Entre nós.
Uma forma de amá-los hoje, além da minha eucaristia por todos é “recomeçar a amar como eles, sempre”.
O Padre fez uma aula de teologia hoje que nos preencheu de esperança e certeza:
“Que temos um lugar preparado no seio do Pai.” Onde a felicidade é tão plena... A alegria das alegrias. O amor dos amores. Chiara Lubich dizia:
O paraíso é o sonho dos sonhos.
Também hoje na missa o padre citou Chiara Lubich. Nos seus momentos finais, sem forças para respirar pede para sair do hospital. Em casa dar a vida acolhendo no seu leito todos que por ali passava com o olhar. E um dos focolarinos disse-lhe:
Chiara, você sabe que está indo para o seio do Pai? Ela respondeu:
-Sim. Foram suas últimas palavras. Ela deve ter escutado “o senhor bater a sua porta”.
Hoje festa de todos os santos
Hoje festa dos vitoriosos, dos corajosos.
Hoje festa da verdadeira alegria e felicidade suprema de habitar no Trono dos tronos. Na pátria de todos... Os homens.

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De Georgr Carlin


"Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios,
dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos
muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e oramos raramente.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.
Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma ; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito;

escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares
despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral
descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'. Um
momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa. Uma era que
leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou
simplesmente clicar 'delete'.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não
estarão por aqui para sempre. Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo,
pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua
companheira (o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame... Ame
muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. O segredo da
vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!
Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado."

Cada dia sempre um "Natal"


Enviando Jesus, Deus se dá totalmente para todos os homens... Que o nosso amor faça renascer em tantos do nosso convívio a chama de luz e amor que “Ele” trouxe para a felicidade plena da humanidade.
Com muita alegria desejamos a todos os paranaenses, com suas famílias, um Natal e Ano Novo!

Deaquino, Conceição, Maria Tereza e Natália.

Estava para tirar esta mensagem mas pensei e deixei...

Natal é todo dia:
Quando você se renega para aceitar o outro por amor!
Quando diante do outro você se faz vazio de suas próprias idéias, colocando todo o seu ser para o outro, “fazendo-se um com o outro”. Assim, Jesus renasce , vivo e potente, criador e transformador. E não é isto que o mundo espera? Se não, ser amado e feliz! Jesus vem e nasce através do seu e do nosso amor.

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Meditação

Eucaristia e ressurreição
No Evangelho de João, Jesus afirma: "o pão que eu darei é a minha carne para a vida do mundo" ( Jo 6,51b). E ainda: "Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna e eu o ressuscitarei no último dia" ( Jo 6,54). "... para a vida do mundo": a Eucaristia, portanto, serve já a partir deste mundo para dar a vida. Mas, o que é a vida? Jesus o disse: "Eu sou a vida" ( Jo 11,25;14,6). Esse pão nutre-nos d'Ele já desde esta vida. "E eu o ressuscitarei no último dia." A Eucaristia dá também a vida para o outro mundo. Mas, o que é a ressurreição? Jesus também o disse: "Eu sou a ressurreição" ( Jo 11,25). É Ele que dá início em nós à sua vida imortal, aquela que não é interrompida com a morte. Ainda que o corpo seja corruptível, a vida, Cristo, permanece tanto na alma como no corpo, como princípio de imortalidade. A ressurreição é um grande mistério para todos os homens que raciocinam com critérios humanos. Mas existe um modo de viver no qual o mistério se torna menos incompreensível. Ao vivermos o Evangelho visto pelo prisma da unidade, experimentamos, por exemplo, que, atuando o Mandamento Novo de Jesus, o amor recíproco leva a unidade fraterna entre os homens, que supera o próprio amor humano, natural.Ora, esse resultado, esta conquista é efeito da atuação da vontade de Deus. De fato, Jesus sabia que, se nós correspondêssemos aos seus imensos dons, já não seríamos "servos" ou "amigos" seus, mas "irmãos" seus e irmãos entre nós, porque nutridos da própria vida d'Ele. Para mostrar que esta família é de outra natureza, o evangelista João usa uma imagem muito sugestiva: a da videira e dos ramos (cf. Jo 15). A mesma seiva — poderíamos dizer o mesmo sangue —, a mesma vida, ou seja, o mesmo amor (que é o amor com o qual o Pai ama o Filho) é-nos comunicado (cf. Jo 17,23-26) e circula entre Jesus e nós. Tornamo-nos, assim, consangüíneos, concorpóreos com Cristo. E é, pois, no sentido mais verdadeiro e, sobrenaturalmente, mais profundo que Jesus, depois de sua ressurreição, chama os seus discípulos de "irmãos" (cf. Jo 20,17). Ora, uma vez construída essa família do Reino dos Céus, como poderíamos imaginar uma morte que possa interromper a obra de Deus, com todas as conseqüências dolorosas que isto comporta? Não, Deus não nos podia colocar diante de uma separação absurda. Ele devia dar-nos uma resposta. E no-la deu revelando-nos a verdade da ressurreição da carne. Ela, praticamente, não é mais, para quem crê, um mistério obscuro de fé, mas uma conseqüência lógica da vivência da vida cristã. Ela é portadora da imensa alegria de sabermos que nos encontraremos todos com aquele Jesus que nos uniu desse modo. Chiara Lubich Blog: CENTRETO - SÃO PAULO

O AGIR QUE SE ALARGA


“E preciso fazer com que as pessoas e grupos, engajados nas várias dimensões da vida humana, redescubram os valores profundos e eternos do homem, coloquem a fraternidade como base de suas vidas e só depois se mobilizem para a ação”. A conseqüência é a seguinte:

O AGIR SE ALARGA, PASSANDO DE UM AMOR INTERPESSOAL PARA UM AMOR MAIOR,AQUELE PELO 'PÓLIS', PELA CIDADE.

“È um amor que exige sacrifícios, esforços, fadiga. Pede para que todos se transformem de pessoas covardes e egoístas, preocupadas apenas com os próprios interesses e os próprios afazeres, em pequenos heróis da vida cotidiana, que no dia-a-dia estão a serviço dos irmãos, de todos, prontos até mesmo a dar a vida por eles”.Chiara Lubich

Algumas experiências


Tenho 16 anos e sou o filho mais novo, e recentemente meu pai teve que se aposentar. Porém, para continuar mantendo os rendimentos da família, resolveu assumir um outro emprego, dentro da área de seu conhecimento, porém tendo que viajar muito.
Assim, o convívio da família ficou muito restrito. Mesmo quando está em casa, ele tem que ficar muito tempo isolado, preparando as coisas para a próxima viagem.
Isso me deixou um pouco triste, pois tenho pouquíssimo tempo para conversar com ele. Por outro lado, me fez entender mais ainda que a vida tem suas dificuldades, e que toda a família sofre as conseqüências de algo que acontece com um de nós.
Entendi também que ele mesmo, que é muito apegado à família, sofre por ter que trabalhar tanto e tendo tão pouco tempo para ficar conosco.
Então, resolvi agir de modo a amenizar essa situação. Nas poucas oportunidades que me encontro com meu pai, procuro só falar de coisas boas, para deixá-lo feliz. Às vezes só há tempo para um sorriso e um abraço, mas sei que, mesmo assim, nosso relacionamento é até mais forte.

Dante (Brasília-DF)



Foto: Clarice Safari - SP


Sou viúva e moro sozinha. Apesar de ter garagem em minha casa, às vezes deixo o carro estacionado na rua, por vários motivos. Um dia, quando fui sair com o carro, percebi uma pequena batida. Fiquei chateada e uma pessoa que estava na rua me disse que foi a vizinha da frente. Disse ainda que ouviu ela dizer, sem mostrar preocupação alguma: “carro não é pra ficar na rua”. Aquelas palavras mostravam que não adiantaria conver-sar com ela. Tentei, então, perdoá-la, aceitando o fato como um desses infortúnios que não se pode evitar.
Algum tempo depois, eles compraram um carro novo e tiveram que deixar o outro na rua cotidianamente. Não demorou muito e o carro deles amanheceu com uma batida. Concertaram, mas pouco tempo depois, veio outra batida. Ficaram muito chateados.
Lembrando da Palavra de Vida “Faça aos outros o que gostaria que fizessem a você”, resolvi oferecer a eles uma vaga na minha garagem, que comporta dois carros. Eles ficaram muito surpresos, mas aceitaram.
É verdade que, às vezes, tenho que esperar o filho deles chegar tarde para guardar o carro, mas isso tudo criou entre nós um clima de fraternidade. Se eu me ocupo um pouco com os problemas deles, eles também se empenham em me ajudar em alguma coisa. Todos ganham com isso.
Raimunda (Brasília-DF)
Estas duas experiências são do Jornal da Comunidade de Brasília - DF.
Quando entrei no avião, para voltar das férias, eu quis cumprimentar a aeromoça, o comissário e alguns passageiros, porque isso faz bem a todos. Depois, quando fui sentar, uma pessoa precisava sentar em meu lugar. Então eu deixei porque isso também faz Jesus feliz.
Alexandre – 6 anos (Brasília)
Nestas férias, à luz da Palavra de Vida de janeiro que falava em “orar continuamente”, me dei conta de que estava considerando os momentos de oração e meditação como obrigação, como uma imposição a quem queira se aproximar de Deus. De fato, sempre considerei os momentos de oração como algo absolutamente necessário para mim. Porém, assim como é imprescindível o alimento para o corpo – e é mesmo obrigatório –, mas ao mesmo tempo é algo que recebo com satisfação, da mesma forma deveria desfrutar dos momentos de encontro com Deus – aliás, melhor ainda, com muita alegria e gratidão. E assim tenho procurado viver estes sublimes momentos a partir de então.

João Carlos (Um jovem de Brasília)

A liberdade "não significa tanto a possibilidade de escolher o bem e o mal, quanto de caminhar sempre mais em direção ao bem." Afirma Chiara Lubich aos jovens. E prossegue: “Tenho constatado que o bem liberta, o mal escraviza. Ora, para ter a liberdade é preciso amar. Pois aquilo que nos torna escravos é o nosso eu. Ao passo que pensando sempre no outro, ou na vontade de Deus quando cumprimos os próprios deveres, ou no próximo, não pensamos em nós e somos livres de nós mesmos."
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«Na minha classe tem muitas meninas bacanas, mas também tem outras que chegam até a ler uma revistinha que não é muito legal. Elas sempre me convidavam para ler juntas e terminei cedendo, mesmo porque fiquei curiosa daquilo que comentavam. Comecei a ler e fiquei assustada. Naquelas páginas se incentivavam os adolescentes a manter rela-cionamentos sexuais o mais frequente possível. E tudo o que estava escrito sobre o homem e a mulher era banal e vulgar, nada a ver com a beleza com que Deus nos criou. Durante o intervalo, uma colega me perguntou se a partir de então eu também gostaria de ler essa revista. Imediatamente respondi que não, e que jamais faria isso e lhe perguntei porque ela lia coisas desse tipo. “Você é uma puritana – me respondeu ofendida – não tenho mais nada a ver com você!” Eu fiquei mal, sem saber o que dizer. Como é possível fazer a amizade depender da leitura de uma revista como aquela?
Uma reação de ódio me invadiu completamente, junto com a vontade de me vingar. Depois pensei: “Não, não vou me vingar e sim amá-la!” E assim fiz. Dias depois outra colega se aproximou e me disse que a minha atitude de não ler aquele tipo de revistas estava certa e que ela também queria experimentar fazer assim. Isso me deixou muito feliz».


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Experiência:

Com os santos foi isso que aconteceu. Mas nem sequer nós devemos desanimar. Também os cristãos comuns podem produzir fruto. Veja, por exemplo, esse fato:

Você sabe que boa parte do mundo estudantil hoje está politizado e deixa pouco espaço para aqueles que gostariam de ser úteis à humanidade partindo de outras inspirações.

Estamos em Portugal. Maria do Socorro entrou para a universidade, após terminar o ensino médio. O ambiente é difícil. Muitos de seus colegas lutam, conforme a própria ideologia, e cada um quer levar consigo os estudantes que ainda não se manifestam.

Maria sabe muito bem qual é o seu caminho, embora seja difícil explicá-lo: seguir Jesus e permanecer unida a ele. É tachada de pessoa amorfa e sem ideais pelos seus companheiros, que não conhecem nada de suas ideias. Algumas vezes ela sentiu respeito humano, sobretudo ao entrar na igreja. Mas não desanima, porque sente que deve permanecer unida a Jesus.


Aproxima-se o Natal. Maria percebe que alguns dos colegas não podem ir festejar em casa, pois moram muito longe, e então propõe aos outros companheiros a ideia de oferecerem juntos um presente àqueles que não vão viajar. Para sua grande surpresa, todos aceitam de imediato.

Algum tempo depois acontecem as eleições para representante do curso e, para sua grande surpresa, justamente ela é eleita. Mas a surpresa é ainda maior quando lhe dizem: “É lógico que você tenha sido eleita! Você é a única que tem uma linha bem definida, que sabe o que quer e o que fazer para realizá-lo”. Alguns de seus colegas se interessaram pelo seu ideal e agora querem viver da mesma forma.

Um bom fruto da perseverança de Maria do Socorro em permanecer unida a Jesus.

Chiara Lubich

“Tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim”. (Jo 13,1)



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Episódio verdadeiro.


Aconteceu tempos atrás e, no entanto, parece de uma atualidade incrível. De fato, conheço inúmeros jovens que se comportam hoje com a mesma atitude da moça desta história.

Chamava-se Elvira. Cursava a Escola Normal. Era pobre, e só poderia prosseguir os estudos se conseguisse manter uma média alta. Possuía uma fé sólida. O seu professor de filosofia era ateu, de modo que não raramente apresentava as verdades sobre Cristo, sobre a Igreja, de maneira alterada, quando não deformada. O coração daquela jovem fervia de indignação. Não por ela, mas pelo seu amor a Deus, à Verdade e às suas companheiras. Embora consciente de que, contradizendo o professor, corria o risco de ter uma nota baixa, o que Elvira sentia dentro de si era mais forte do que ela mesma. Levantava a mão todas as vezes, pedindo a palavra: “Não é verdade, professor!”. Talvez nem sempre ela possuísse os argumentos para rebater os comentários do professor, mas naquelas palavras “não é verdade” estava toda a sua fé, que é dom da Verdade e, por isso mesmo, faz pensar.

As colegas, que gostavam dela, tentavam convencê-la a não se manifestar, para que ela não fosse prejudicada. Mas não conseguiam.

Passaram alguns meses. Chegou a hora da distribuição dos boletins com as notas. A jovem recebe o seu boletim apreensiva. Depois, teve um sobressalto de alegria. Dez! A nota máxima.

Elvira tinha procurado acima de tudo fazer com que Deus e a Sua Verdade reinassem, e o resto veio por acréscimo.


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“Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão dadas por acréscimo.”

Se também você procurar o Reino do Pai, haverá de experimentar que Deus é Providência com relação a todas as necessidades da sua vida. E descobrirá a normal extraordinariedade do Evangelho.

Chiara Lubich



Experiências

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Maria da Conceição Pinheiro Moreira


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Festa de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Paraná - RN


Participe!
Novena de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
Momentos de reflexão, adoração, devoção, louvor e troca de experiências... Oportunidade para pedir graças a MÃE DE DEUS, MÃE DO PERPÉTUO SOCORRO.

Toda terça-feira ás 19:00h



Campanha da Fraternidade 2011

Campanha da Fraternidade de 2011


O tema da Campanha da Fraternidade de 2011 é “Fraternidade e a Vida no Planeta” que será voltada para o meio ambiente; e o lema é “A Criação Geme Com Dores de Parto”. Dom Dimas Lara Barbosa, bispo auxiliar do arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro e secretário geral da CNBB, conta-nos que a Campanha da Fraternidade de 2011 reflete a questão ecológica, com foco, sobretudo, nas mudanças climáticas.



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